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Magia do Caos - Introdução

Caos?

“Assim, o Deus poderoso, ardente de vida, faz surgir do caos o homem, a mulher, os astros” (Graça Aranha, A Estética da Vida, pp. 51-52)

Estrela do Caos

Estrela do Caos

Caos denomina-se a ausência de forma e ordem. Acima de qualquer outra palavra, o caos assombra o homem ocidental. É o cerne inominado de todas as histórias de terror: o inesperado, o imprevisível, o incontrolável, o anárquico Caos.

A matemática do Caos nos mostra que o que parece ser um fato aleatório ou um fato caótico teve na verdade uma alta ordem que pode ser percebida através de uma grande perspectiva. O Caos nos dá ascensão para nossa própria realidade. Isto é a tendência para matéria tomar forma e talvez uma inteligência par. Segundo o Dicionário Inglês Oxford, a palavra “caos” tem origem grega. Seu significado original foi: “um vasto golfo ou fenda; o abismo, espaço vazio, escuridão infinita, o primeiro estado do universo.”
Em Português, isto foi refinado como “o vazio disforme da matéria primordial, a ‘grande fenda’ ou ‘abismo’ do qual o cosmos ou estrutura do universo foi desenvolvido.” A moderna interpretação popular da palavra como um sinônimo para “desordem” é recente e é algo desprovido de desenvolvimento. Ambos, ordem e desordem são a mesma manifestação do Caos Original.

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03 2009

Elementais - Introdução

magoAntes de aprofundarmos sobre o tema Elementais, é importante esclarecer que busquei ser o mais criterioso possível na escolha das fontes, posto que os “Seres Elementais” são amplamente desvirtuados pelos sites e seitas esquisotéricos, emowiccans e similares. Assim, se quiserem obter informações “extra-texto”, cuidado com as propagandas enganosas. No mais, vou tentar colocar algumas referências e/ou textos mais confiáveis sobre esse tema, enquanto for desenvolvendo o mesmo.

1. Algumas definições e comentários:

Segundo a Wikipédia, existem duas definições para a palavra elementais: a primeira afirma que elementais é todo e qualquer espírito existente na natureza, advindo do “Todo Absoluto” e integrando-se à natureza, o qual passa por diversos estágios até chegar a forma humana (vide metempsicose). Essa definição encontra resistência de alguns estudiosos, ocultistas, etc., em virtude de não aceitarem a transmigração da alma ou reencarnação da alma humana em animais ou vegetais, considerando-a como uma involução.

A segunda denominação trata os elementais como seres que controlam e representam os elementos da natureza. Esta última definição, apesar de ser superficial, é a que iremos trabalhar até alcançarmos uma definição mais completa.

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03 2009

À guisa de um prefácio

astrologia02

Hallo!

Desde os primórdios de sua História, o ser humano olha para o céu e se sente fascinado por ele, deslumbrado diante da imensidão do universo. Também desde que adquiriu consciência e se tornou capaz de formular pensamentos, ele tenta compreender a si mesmo e o mundo em que vive. Uma das maneiras de buscar essa compreensão sempre foi a observação dos astros.

Grandes civilizações da Antiguidade olharam para o céu e o estudaram. Mesopotâmicos, egípcios e gregos, por exemplo, contaram com grandes astrônomos – assim como grandes astrólogos. Também civilizações pré-colombianas, como os maias, estudaram Astronomia e Astrologia.

A melhor definição de Astrologia que já vi foi a do livreto O Domínio da Vida, publicação de apresentação da Ordem Rosacruz, AMORC aos não-membros. Dizia que ela não é nem uma ciência (como pretendem alguns astrólogos), nem uma pseudo-ciência (como preferem os cientistas e céticos em geral), mas uma arte. Diferente da Astronomia, que simplesmente estuda os astros, a Astrologia olha para eles e estuda o ser humano, porque aquilo que está em cima é como aquilo que está embaixo e aquilo que está embaixo é como aquilo que está em cima.

Sendo uma arte, a Astrologia não se submete a método científico. Pelo contrário, é por excelência um campo de subjetividade. Sendo uma arte, também não pode ser provada, nem em laboratório nem empiricamente, do mesmo modo que não se poderia provar a Renascença ou o Dadaísmo. Sendo uma arte, sua interpretação é impregnada pelas experiências pessoais de cada um, que são a única coisa capaz de aferir sua validade ou não, ou seja, duas pessoas jamais terão a mesma visão da mesma obra ou mesmo mapa.

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22

03 2009

Primeiras lições a um alquimista

texto de Douglas J. Baquião Ribeiro

Ora, lege, lege, relege, labora et invenier” (Ore, leia, leia, releia, trabalhe e encontrarás).

Alquimia

Alquimia

A palavra alquimia se faz presente em diversas culturas sempre demonstrando semelhanças em seus elementos. Uma das hipóteses mais aceitas a respeito da origem do termo relaciona tanto alkemie do francês antigo,  alkimia do latim medieval quanto al-kimiya do árabe à expressão al Khen, significando “o país negro” - como era conhecido o Egito na antiguidade - remetendo a Hermes Trimegisto, que foi chamado de o primeiro alquimista. Outros argumentam que kimiya estaria relacionado a transiliteração síria da palavra grega khemeioa ou khumeia , que se relaciona com a arte de fundir metais. Enquanto uma terceira versão da palavra é referenciada como tendo origem no hebraico  kim Yah, sendo traduzida como “ciência divina”. A ideia de uma conecção entre as origens do conhecimento alquímico e o judaísmo foi difundida entre os alquimistas árabes durante a idade média, que viram nesta etimologia uma possível confirmação para suas convicções. Dessa forma, era costume atribuir a origem mítica da alquimia aos anjos que se rebelaram contra Deus, ao patriarca Enoch, ao Rei Salomão ou a outro personagem bíblico que transmitiu à humanidade os conhecimentos secretos dos minerais e metais. Read the rest of this entry →

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03 2009