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	<title>Blog Omnia in Unum</title>
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	<description>Desde 2008 levando almas ao inferno</description>
	<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 16:33:35 +0000</pubDate>
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		<title>Planetas e signos: o ABC do astrólogo</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 16:21:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sávio 웃</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Astrologia]]></category>

		<category><![CDATA[Textos Próprios]]></category>

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		<description><![CDATA[Já dissemos, no texto passado, que a Astrologia observa o céu para estudar o ser humano, e isso se manifesta até mesmo nos símbolos utilizados para representar os planetas do sistema solar. Todos os planetas são movimentos de energia, ou seja, representam movimentos e possibilidades entre as duas energias primordiais (masculino e feminino, positivo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" src="http://18segundos.co.cc/wp-content/uploads/2009/04/astrologia.gif" alt="" width="249" height="250" />Já dissemos, no texto passado, que a Astrologia observa o céu para estudar o ser humano, e isso se manifesta até mesmo nos símbolos utilizados para representar os planetas do sistema solar. Todos os planetas são movimentos de energia, ou seja, representam movimentos e possibilidades entre as duas energias primordiais (masculino e feminino, positivo e negativo, quente e frio, <em>yang</em> e <em>yin</em>, etc). Na Astrologia, essas duas energias são simbolizadas pelo Sol e e pela Lua, que representam, respectivamente, nosso corpo mais sutil e o duplo-etérico que faz a ligação entre ele e o corpo físico – este representado pela Terra.</p>
<div>
<table style="border: 1px solid #000000;" border="1">
<tbody>
<tr>
<td width="10%">Sol</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">☉</td>
<td width="40%">Símbolo solar (ponto com um círculo)</td>
<td width="40%">Espírito divino cercando semente de potencial</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Lua</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">☽</td>
<td width="40%">Lua crescente</td>
<td width="40%">Mente ou espírito humano evoluindo (crescente)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Terra</td>
<td style="text-align: center;" width="10%"></td>
<td width="40%">Terra; também um símbolo solar</td>
<td width="40%">Terra; as quatro direções cardeiais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: justify;">Todos os outros planetas são formações ou combinações desses três símbolos. Por exemplo: Vênus representa a matéria abaixo do espírito; Marte a representa acima. Vejamos, então, brevemente, o que simboliza cada planeta:</p>
<p><span id="more-83"></span></p>
<ul>
<li>O Sol é nossa essência sutil, mostra nossos objetivos de vida e como nos mostramos aos outros</li>
<li>A Lua é nosso psiquismo, nosso lado emocional</li>
<li>A Terra é nosso corpo físico</li>
<li>Mercúrio é nosso intelecto, a forma como pensamos e nos comunicamos</li>
<li> Vênus é a forma como nos relacionamos com outras pessoas</li>
<li>Marte é nosso guerreiro interior, a forma como utilizamos a energia e o talento de que dispomos para conseguir aquilo que queremos</li>
<li>Júpiter mostra nossas oportunidades, como nos divertimos e expandimos nosso conhecimento</li>
<li> Saturno revela nossos desafios e obstáculos, a disciplina e força de caráter de que dispomos.</li>
<li>Urano mostra de que forma somos originais, inventivos e criativos</li>
<li>Netuno é a forma que  podemos ajudar melhor os outros</li>
<li>Plutão mostra de que forma podemos crescer, aprofundando o autoconhecimento</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">(Futuramente, dedicaremos um artigo para cada um dos planetas. Isto não passa de um bê-a-bá).</p>
<p style="text-align: justify;">Já vimos os símbolos do Sol, da Lua e da Terra. Resta conhecermos, então, os símbolos dos outros oito planetas:</p>
<div>
<table style="border: solid 1px #000000" border="1">
<tbody>
<tr>
<td width="10%">Mercúrio</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">☿</td>
<td width="40%">Capacete alado e caduceu de Hermes</td>
<td width="40%">Mente (crescente) acima do espírito divino (círculo) e da matéria (cruz)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Vênus</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♀</td>
<td width="40%">Espelho de Afrodite (também genitália feminina estilizada)</td>
<td width="40%">Espírito divino (círculo) acima da matéria (cruz)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Marte</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♂</td>
<td width="40%">Escudo de lança de Ares (também genitália masculina estilizada)</td>
<td width="40%">Determinação/objetivo/vigor (seta) elevando-se acima do espírito divino (círculo)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Júpiter</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♃</td>
<td width="40%">Trovão de Zeus, ou águia</td>
<td width="40%">Mente (crescente) elevando-se acima do horizonte da matéria (cruz)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Saturno</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♄</td>
<td width="40%">Foice ou gadanha de Cronos</td>
<td width="40%">Matéria (cruz) precedendo a mente ou espírito humano (crescente)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Urano</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♅</td>
<td width="40%">H inicial do nome de seu descobridor, Herschel</td>
<td width="40%">Matéria (cruz) dominante, como uma antena para a iluminação (círculo)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Netuno</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♆</td>
<td width="40%">Tridente de Poseidon</td>
<td width="40%">Mente (crescente) transcendendo a matéria (cruz)</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Plutão</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♇</td>
<td width="40%">Iniciais de Plutão e de seu descobridor, Percival Lowell</td>
<td width="40%">Símbolo astronômico</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: justify;">Agora que já conhecemos os símbolos dos onze planetas, passemos aos doze signos.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente, cumpre distinguir <em>signos</em> e <em>constelações</em>. Os signos são divisões de um círculo chamado elíptica, que corresponde ao caminho no céu que os planetas, aparentemente, percorrem ao longo do tempo. Sendo 360º em um círculo e 12 os signos, temos que cada um corresponde a precisos 30º da elíptica. Eles não coincidem com os grupamentos de estrelas que são as constelações, muito embora sejam batizados de acordo com elas.</p>
<p style="text-align: justify;">Há aproximadamente 4000 anos, podia-se falar em alguma coincidência, mas, por conta do movimento de precessão da Terra, isso deixou de ser verdade. O ano astrológico começa no equinócio de primavera do hemisfério norte (hemisfério de outono do hemisfério sul), quando o Sol entra em 0° do signo de Áries. Milênios atrás, visto da Terra, o Sol realmente estava alinhado à constelação de Áries, mas atualmente um observador irá vê-lo alinhado, na verdade, à constelação de Peixes – e, por volta do ano 2600, no mesmo equinócio, ele será visto na constelação de Aquário.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator a demonstrar que signos e constelações não são coincidentes é o tamanho de cada um: cada signo corresponde a exatos 30º da elíptica, ao passo que as constelações do zodíaco têm, cada uma, tamanhos diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso leva à existência de dois modos diferentes de estudar Astrologia: a Astrologia <em>tropical</em> e a Astrologia <em>sideral</em>. A primeira baseia-se nos signos, a segunda nas constelações. Cada uma segue princípios diferentes daqueles da outra, e ambas são, a seu modo, igualmente válidas. Estudaremos aqui a Astrologia tropical, que marca o início do ciclo astrológico em 0º de Áries – um ponto localizado na constelação de Peixes.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim como cada planeta, cada signo tem também seu símbolo, ou <em>glifo</em>, e é importante conhecer cada um deles, bem como a seqüência dos signos ao longo da elíptica. Os doze signos são os seguintes, com seus glifos e os significados destes:</p>
<div>
<table style="border: 1px solid #000000;" border="1">
<tbody>
<tr>
<td width="10%">Áries</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♈</td>
<td width="80%">Chifres de um carneiro</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Touro</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♉</td>
<td width="80%">Cabeça de chifres de um touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Gêmeos</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♊</td>
<td width="80%">Numeral romano II; pilares do conhecimento</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Câncer</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♋</td>
<td width="80%">Garras de um caranguejo; seios humanos; ou ouroboros</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Leão</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♌</td>
<td width="80%">Cauda de um leão; ou cabeça de juba de um leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Virgem</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♍</td>
<td width="80%">Braços de uma jovem segurando trigo; grafia do nome em grego</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Libra</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♎</td>
<td width="80%">Balança; Sol poente</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Escorpião</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♏</td>
<td width="80%">Patas, cauda e ferrão de um escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Sagitário</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♐</td>
<td width="80%">Arco e flecha</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Capricórnio</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♑</td>
<td width="80%">Pã fugindo de Tifão; chifre e cauda de uma cabra</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Aquário</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♒</td>
<td width="80%">Ondas de água; eletricidade</td>
</tr>
<tr>
<td width="10%">Peixes</td>
<td style="text-align: center;" width="10%">♓</td>
<td width="80%">Dois peixes amarrados juntos, nadando em direções opostas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: justify;">A elíptica é desenhada como aquilo que os astrólogos chamam <em>roda natural</em> ou <em>plana</em>. Ensinaremos a desenhá-la próxima semana, junto com as casas, regências, características básicas de cada signo e suas palavras-chave. Por enquanto, basta conhecer cada símbolo, seu significado (especialmente os significados dos glifos dos planetas), e a seqüência dos signos do zodíaco.</p>
<p style="text-align: justify;">Símbolos adicionais, como os dos asteróides e planetóides que alguns astrólogos modernos calculam junto com os planetas tradicionais (embora a influência deles seja muito controversa), dos ângulos, nodos, aspectos e outros pontos importantes dentro da Astrologia, serão apresentados posteriormente, no decorrer das lições.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima!</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong><br />
MARCH, Marion D. E McEvers, Joan. Curso Básico de Astrologia. Vol. 1: Princípios Fundamentais. Tradução de Carmem Youssef. São Paulo: Pensamento, 1999. 10. ed.</p>
<p>Astrological symbols. Disponível em: &lt;http://en.wikipedia.org/wiki/Astrological_symbols&gt;. Acesso em: 27 Jun 2008.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Nada é Verdadeiro; Tudo é Permitido</title>
		<link>http://oiu.comoj.com/blog/2009/04/nada-e-verdadeiro-tudo-e-permitido/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 05:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valney_gama</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Magia do Caos]]></category>

		<category><![CDATA[Textos Próprios]]></category>

		<category><![CDATA[chaos]]></category>

		<category><![CDATA[chaos magick]]></category>

		<category><![CDATA[textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das características entre o Caos e a Mágica é a diversidade de sistemas/modelos de magia que os magos podem escolher usar, ao em vez de adotar um sistema específico. Há, naturalmente, muitas semelhanças e diferenças entre o uso de sistemas dentro do corpo/universo de um Mago Caótico, e eu examinarei alguns deles aqui.
 
Mu!!!!
É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das características entre o Caos e a Mágica é a diversidade de sistemas/modelos de magia que os magos podem escolher usar, ao em vez de adotar um sistema específico. Há, naturalmente, muitas semelhanças e diferenças entre o uso de sistemas dentro do corpo/universo de um Mago Caótico, e eu examinarei alguns deles aqui.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Mu!!!!</strong></p>
<p>É exatamente isso que você pensou (ou não): <em>Gado</em>. Não imite cem por cento tudo o que ler, ver e aprender sobre um sistema mágico. Crie o seu, assim como Austin Osman Spare fez. Criar seu próprio sistema é mais do que recomendado, e se você não conseguir, pode usar uma mistura de outros sistemas, ou até um que funcione adequadamente (com alterações básicas para você, é claro).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Quanto mais sistemas combinados mais diversidade e mais diversidade é mais Caos. Do ponto de vista caótico, esta é a prática melhor do que usar rituais e idéias de outras pessoas. Fazer algo novo, principalmente se você não sabe se alguém o tenha tentado antes, melhor. Pode acontecer de você imitar um ritual e nada acontecer. Ou até de você criar um ritual novo do nada, e ter o que quer. É somente uma questão de preparar algo que funcione pra você, não se importando com outros.<span id="more-123"></span></p>
<p><strong>Meta-sistemas</strong></p>
<p>Há uma grande tendência hoje em dia entre as pessoas de tentar e criar <em>meta-sistemas</em> - quer dizer, sistemas no qual pode ser encaixado qualquer coisa e tudo com certa lógica própria pode ser explicado. Assim nós vemos tentativas de se ligar os conceitos de Yin e Yang com as Runas Nórdicas e a árvore da vida. Não há nada errado com isto - na verdade é um exercício freqüentemente útil. Também pode ser <em>divertid</em>o, especialmente se você propõe uma explicação plausível para algo que está baseado em &#8216;mentes e conceitos totalmente distantes&#8217;.</p>
<p>Há alguns anos um autor oculto lançou uma versão do <a href="http://www.mystae.com/restricted/streams/scripts/necronomicon.html">Necronomicon de Lovecraft</a> que soou coerente, mas que de fato era falsa. Mesmo assim ele recebeu várias e várias cartas de pessoas que tinham feito os rituais e tinham querido conversar sobre os resultados bem sucedidos. Também é importante quando olhamos para as já famosas &#8220;curas pela fé&#8221; como uma ferramenta mágica.</p>
<p>O preço de se entrar em um sistema de alguma profundidade, é que você se torne confiante a ele, mas os mágicos tendem a achar que uma vez que você tenha aderido a um sistema então é mais fácil adquirir adesão a outro semelhante. Se você é razoavelmente experiente com <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Enochian">Enochian</a>, por exemplo, então você não deve ter muito mais dificuldade com as <span style="text-decoration: underline;">Letras rúnicas</span>¹.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ciência do Caos </strong></p>
<p>Alguns Magos do Caos tendem a usar muitas analogias e metáforas científicas no trabalho deles. Isto é certo se é para algo serem mostradas com uma &#8220;base&#8221; científica, então muito mais pessoas aceitarão isto, especialmente adeptos de computadores, estudantes de físicas, etc. tudo ajuda a criar a &#8220;convicção&#8221;.</p>
<p>Não precisa de fato que seja &#8216;ciência real&#8217;, pseudociência trabalha igualmente bem, como os adeptos da &#8216;Nova Era&#8217; que afirmam que cristais armazenam energia &#8216;como uma fatia de computador armazena memória &#8216;. O Fator da convicção é realmente importante, então você poderia usar astrologia, alquimia, Teosofia ou tudo que sua loucura quiser, afim de que você (ou outra pessoa) ache isto coerente e útil.</p>
<p>Mas não se engane: uma coisa científica não tem de ser necessariamente séria. A autenticidade da pseudociência é tão importante que não se devem negar coisas que ao primeiro momento pareçam ser abobrinhas pseudocientíficas, e se você pretende usar este recurso não se acanhe de retirar bases e conceitos de coisas reais. Mais informações, veja as explicações malucas que os fãs de Jornada nas Estrelas e Caça Fantasmas dão para o funcionamento das máquinas que aparecem nestes filmes.</p>
<p><strong>Tolice do caos </strong></p>
<p>Não é a toa que o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Principia_Discordia">Principia Discórdia (Ou Como Eu Achei A Deusa E O Que Fiz Com Ela Quando A Encontrei: Aonde é explicado absolutamente tudo que vale a pena saber sobre absolutamente qualquer coisa, por Malaclypse the Younger)</a> está freqüentemente nas escrivaninhas dos caoístas. Foram os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Discordianismo">Discordianos</a> que apontaram o dualismo que os ocultistas estavam tenebrosos em usar, os opostos de humor/seriedade. Humor é <strong>importante</strong> na mágica. Como Janet Cliff uma vez disse, &#8220;<em>Nossa vida é muito importante para ser levada a sério</em>&#8220;. Muitos mágicos do Caos usam a Gargalhada como uma forma de banimento.<br />
IMPORTANTE: Rituais podem ser divertidos e mesmo assim não serem menos efetivos. Mágica deve ser divertida - caso contrário, por que fazê-la?</p>
<p>_______________________<br />
¹ Temos/Tínhamos um pouco de <strong>Runas</strong> (que <em>vai ficar devendo</em>, pelo menos por ora)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dez Princípios Importantes do Caoísmo</title>
		<link>http://oiu.comoj.com/blog/2009/04/dez-principios-importantes-do-caoismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 15:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valney_gama</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Magia do Caos]]></category>

		<category><![CDATA[chaos]]></category>

		<category><![CDATA[chaos magick]]></category>

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		<description><![CDATA[0. Todo princípio é um fim, todo deus ignorado converte-se em um demônio.
1. Tudo que não for egocêntrico está morto.
2. Qualquer coisa que possa ser percebida é real.
3. Algo que não pode ser percebido não é necessariamente irreal.
4. Tente tudo pelo menos duas vezes. Esta instrução obviamente exclui algumas atividades como o suicídio que, pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-left: 25px;"><strong>0</strong>. Todo princípio é um fim, todo deus ignorado converte-se em um demônio.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>1</strong>. Tudo que não for egocêntrico está morto.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>2</strong>. Qualquer coisa que possa ser percebida é real.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>3</strong>. Algo que não pode ser percebido não é necessariamente irreal.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>4</strong>. Tente tudo pelo menos duas vezes. Esta instrução obviamente exclui algumas atividades como o suicídio que, pela sua própria natureza, só podem ser praticadas uma única vez. As tentativas de suicídio, entretanto, podem ser praticadas conforme esta instrução.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>5</strong>. Ignore todas as indicações do tipo ‘direita e esquerda’. Elas servem apenas para confundir, uma vez que o lado direito do palco é o lado esquerdo da platéia e vice-versa.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>6</strong>. Crie tantos fantasmas quanto possível.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>7</strong>. Nunca exponha seus pantáculos<em>¹</em>.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>8</strong>. A vontade é a unidade do desejo.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>9</strong>. Quando visitar seu templo de magia, não se esqueça de pagar o estacionamento.</p>
<p style="padding-left: 25px;"><strong>10</strong>. Magia é a violação da probabilidade.</p>
<p>____________________________<br />
¹ <strong>Pantáculos</strong> são todos os símbolos que possuem um significado de natureza mágica ou esotérica. Não confundir com pentáculos que possuem um significado mais restrito.</p>
<p style="text-align: right; font-size: 8pt;">Isso é tudo maluquice do <a title="Morte Súbita Inc" href="http://mortesubita.org" target="_blank">morte súbita</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Magia do Caos - Introdução</title>
		<link>http://oiu.comoj.com/blog/2009/03/magia-do-caos-intro/</link>
		<comments>http://oiu.comoj.com/blog/2009/03/magia-do-caos-intro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 14:21:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>valney_gama</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Magia do Caos]]></category>

		<category><![CDATA[Textos Próprios]]></category>

		<category><![CDATA[chaos]]></category>

		<category><![CDATA[chaos magick]]></category>

		<category><![CDATA[introdução]]></category>

		<category><![CDATA[textos]]></category>

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		<description><![CDATA[Caos?
&#8220;Assim, o Deus poderoso, ardente de vida, faz surgir do caos o homem, a mulher, os astros&#8221; (Graça Aranha, A Estética da Vida, pp. 51-52)

Caos denomina-se a ausência de forma e ordem. Acima de qualquer outra palavra, o caos assombra o homem ocidental. É o cerne inominado de todas as histórias de terror: o inesperado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caos?</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Assim, o Deus poderoso, ardente de vida, faz surgir do caos o homem, a mulher, os astros&#8221;</em> (Graça Aranha, A Estética da Vida, pp. 51-52)</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://oiu.comoj.com/blog/2009/03/magia-do-caos-intromagia-do-caos-intro/"><img title="Estrela do Caos" src="http://z.about.com/d/altreligion/1/0/d/F/2/chaos.jpg" alt="Estrela do Caos" width="150" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Estrela do Caos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Caos denomina-se a <em>ausência de forma e ordem</em>. Acima de qualquer outra palavra, o caos assombra o homem ocidental. É o cerne inominado de todas as histórias de terror: o inesperado, o imprevisível, o incontrolável, o anárquico Caos.</p>
<p style="text-align: justify;">A matemática do Caos nos mostra que o que parece ser um fato aleatório ou um fato caótico teve na verdade uma alta ordem que pode ser percebida através de uma grande perspectiva. O Caos nos dá ascensão para nossa própria realidade. Isto é a tendência para matéria tomar forma e talvez uma inteligência par. Segundo o Dicionário Inglês Oxford, a palavra &#8220;caos&#8221; tem origem grega. Seu significado original foi: &#8220;um vasto golfo ou fenda; o abismo, espaço vazio, escuridão infinita, o primeiro estado do universo.&#8221;<br />
Em Português, isto foi refinado como &#8220;<em>o vazio disforme da matéria primordial, a &#8216;grande fenda&#8217; ou &#8216;abismo&#8217; do qual o cosmos ou estrutura do universo foi desenvolvido.</em>&#8221; A moderna interpretação popular da palavra como um sinônimo para &#8220;desordem&#8221; é recente e é algo desprovido de desenvolvimento. Ambos, ordem e desordem são a mesma manifestação do Caos Original.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-108"></span><strong>Magia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A palavra magia tem muitos significados, que vão de “<em>Arte com o que se pretende produzir efeitos e fenômenos extraordinários, contrários às leis naturais</em>” (Aurélio) até “<em>Ciência oculta que estuda os segredos da natureza e a sua relação com o homem</em>” (Wikipédia). Na verdade, várias definições podem ser relacionadas a ela, mas nenhuma com total justiça. Magia é mudança. Toda ação pessoal deliberada é um ato mágico; A Mágica nos conduz em excitação, em um êxtase; em mudar nós mesmos e o mundo em nossa volta.</p>
<p style="text-align: justify;">Magia do Caos é um dos muitos modos de &#8216;<em>se fazer mágic</em>a&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Magia do Caos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p>A Magia do Caos é uma forma de magia originada dos trabalhos de Austin Osman Spare, e conhecida por ter como praticantes Alester Crowley e Peter James Carroll, organizador e ‘marqueteiro’ da mesma. A Magia do Caos é caracterizada por não ter preconceitos com quaisquer formas de magia, todas elas são permitidas, e é conhecida pelo mote “Nada é Verdadeiro, Tudo é Permitido”, com o sentido de que “Não existe uma verdade objetiva além do conhecimento pessoal, assim sendo, tudo é verdadeiro e permitido”.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das tradições ocultas possui uma complexa e alta organização da cosmologia de outros mundos e teorias metafísicas. Até então, eles acompanham teorias mágicas freqüentemente confusas. Em contradição com tudo isso, um insight fundamental da Chaos Magic é que a técnica mágica é aguçada, delimitá-la funciona porque o próprio universo é mais confuso do que parece.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para a seleção no ‘supermercado’ de crenças, o questionamento crítico do caoísmo é: Qual é a eficiência das técnicas mágicas? Por isso, a magia caótica é caracterizada pela falta de atenção à metafísica e a sua pura devoção à técnica empírica. Por algum tempo, os caoístas ortodoxos consideraram que a desatenção à metafísica e à mitologia feita por você mesmo, são incompatíveis com a estrutura formal de uma ordem de ensinamentos mágicos. De qualquer forma, isso não é necessário; apenas a técnica é ensinada e praticada.</p>
<p style="text-align: justify;">A magia do caos consiste de REALIZAÇÃO. Não importa em que estágio da prática você atualmente se encontra – se você adotou as técnicas da Teoria da Magia Caótica, você fará magia. A qualidade do desempenho e os resultados dependem de uma coisa: Você trabalhou bem? A Teoria da Magia Caótica constitui um meta-paradigma, uma série de técnicas sem crenças subjacentes. Como tal, um magista caótico nunca poderá ser definido como um &#8220;magista caótico&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, a Magia do Caos é temerosa, potencialmente perigosa, e por isso é altamente temerosa, também por você trabalhar pra você mesmo, usando o que quiser e o que puder para efetuar a sua vontade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>História</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começa com Austin Osman Spare, membro de ordens como a Golden Dawn, O.T.O e Astrum Argentum, das quais se afastou para trabalhar independente, para superar erros que via nas ordens anteriores, em práticas que ate hoje influenciam a I.O.T. . Spare desenvolveu o uso de Sigilos, e as técnicas que davam poder aos mesmos. Também desenvolveu um alfabeto sagrado pessoal. Apesar de não ter criado o termo, ele foi o primeiro Magista do Caos. Após sua morte, os magistas começaram a se tornar mais pessoais, e menos ligados às Ordens, e com a ajuda de Peter Carrol, difundiu-se.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O Pacto Mágico Dos Iluminados De Thanateros</strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a href="http://www.iot.org.uk/pages/contents.html" target="_blank"><img title="Logo IOT Inglaterra" src="http://www.iot.org.uk/images/uk2.gif" alt="IOT - Inglaterra" width="280" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">IOT - Inglaterra</p></div>
<p style="text-align: justify;">Desde o início da corrente CHAOS MAGIC, alguns indivíduos(vide acima) escolheram trabalhar sozinhos, enquanto outros escolheram fazê-lo em conjunto, em uma configuração livre de grupos aliados. Nesses grupos aliados, a ordem mágica funciona como uma desordem altamente criativa. Esta desordem criativa gerou, entre outras coisas, uma <em>estrutura</em> conhecida como &#8220;O PACTO&#8221; ou Pacto Mágico Dos Iluminados De Thanateros, ou somente I.O.T., que atualmente é a maior <em>estrutura</em> de magistas do caos.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação do I.O.T. remete-se ao ano de 1976, onde Peter J. Carrol e (provavelmente) Alester Crowley anunciaram a sua formação do, celebrando uma missa na companhia de outros 12 magistas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O PACTO&#8221; é uma <em>sociedade de amigos¹</em> para suporte mútuo e encorajamento no campo da magia. Organiza-se de uma forma hierárquica em 5 graus decrescentes, denominados neófito(4), iniciado(3), adepto(2), mago(1) e supremo mago(0), e existem 5 ofícios:<br />
- O SACERDOTE OU SACERDOTISA DO CAOS podem ser tomados como um grau paralelo ao terceiro ou segundo.<br />
- O ofício de SUPREMO MAGO é desempenhado pelo cabeça do pacto, é designado grau zero.<br />
- O ofício de MESTRE DO TEMPLO designa o coordenador das atividades de um determinado templo, e pode ser desempenhado por qualquer indivíduo acima do terceiro grau.<br />
- O ARQUIVISTA é o responsável pelos registros do templo.<br />
- O ofício do INSUBORDINADO pode ser desempenhado por qualquer indivíduo do terceiro grau. O INSUBORDINADO é um assistente pessoal de outro membro do pacto, e age como crítico, inspetor e aguilhoador daquele membro.<br />
A maior parte dos autores e praticantes renomados de Magia do Caos menciona afiliação ou algum grau de influência a I.O.T. . Porém a magia do caos tem como característica marcante ser uma das vertentes de magia menos organizadas do mundo, fazendo isso <strong>propositalmente</strong>.</p>
<address style="text-align: justify;">Marcações:<br />
¹ - Omnia in Unum lifestyle<br />
</address>
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		<title>Elementais - Introdução</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 01:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>BagulhoZ</dc:creator>
		
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Antes de aprofundarmos sobre o tema Elementais, é importante esclarecer que busquei ser o mais criterioso possível na escolha das fontes, posto que os “Seres Elementais” são amplamente desvirtuados pelos sites e seitas esquisotéricos, emowiccans e similares. Assim, se quiserem obter informações “extra-texto”, cuidado com as propagandas enganosas. No mais, vou tentar colocar algumas referências [...]]]></description>
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<p><!--[if gte mso 10]><br />
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<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"><img class="alignleft size-full wp-image-98" title="mago" src="http://oiu.comoj.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mago.jpg" alt="mago" width="284" height="400" />Antes de aprofundarmos sobre o tema Elementais, é importante esclarecer que busquei ser o mais criterioso possível na escolha das fontes, posto que os <em>“Seres Elementais”</em> são amplamente desvirtuados pelos sites e seitas esquisotéricos, emowiccans e similares. Assim, se quiserem obter informações “extra-texto”, cuidado com as propagandas enganosas. No mais, vou tentar colocar algumas referências e/ou textos mais confiáveis sobre esse tema, enquanto for desenvolvendo o mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">1. Algumas definições e comentários:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Segundo a Wikipédia, existem duas definições para a palavra <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elementais">elementais</a>: a primeira afirma que elementais é todo e qualquer espírito existente na natureza, advindo do “Todo Absoluto” e integrando-se à natureza, o qual passa por diversos estágios até chegar a forma humana (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metempsicose">vide metempsicose</a>). Essa definição encontra resistência de alguns estudiosos, ocultistas, etc., em virtude de não aceitarem a transmigração da alma ou </span><em><span style="font-weight: normal;" lang="PT">reencarnação da alma humana em animais ou vegetais</span></em><span style="font-weight: normal;" lang="PT">, considerando-a como uma <em>involução</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">A segunda denominação trata os elementais como seres que controlam e representam os elementos da natureza. Esta última definição, apesar de ser superficial, é a que iremos trabalhar até alcançarmos uma definição mais completa.</span></p>
<p><span id="more-97"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -36pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>1.1.<span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none;"> </span></span></span><!--[endif]-->Paracelso, o grande!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Na literatura ocultista, encontramos na obra de <em>Philippus Aureolus Paracelsus [Theophrastus Bombastus von Hohenheim]</em> — </span><span style="font-weight: normal;"><a title="Vida e Obra de Paracelso + Medicina Hermética | ABRE OUTRA JANELA" href="http://www.sca.org.br/biografias/Paracelso.pdf" target="_blank">Paracelso</a></span><span style="font-weight: normal;">, várias referências aos seres elementais, por isso grande parte dessa introdução vai ser dedicada a seus ensinamentos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Paracelso acreditava que cada um dos quatro elementos primários conhecidos dos antigos — terra, fogo, ar e água, era constituído de um dois princípios: um sutil, vaporoso [metafísico]; outro, de substância corporal grosseira [mundo físico], ou seja, cada elemento tem representatividade no plano físico e no plano astral, assim como “<em>tudo o que está acima é igual ao que está abaixo.”</em> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; color: windowtext;">Assim como o plano físico é habitado por um infinito número de criaturas vivas, de acordo com Paracelso, também o astral, contraparte espiritual da natureza física é habitado por seres peculiares chamados ELEMENTAIS ou Espíritos da Natureza. Paracelso divide estes seres em quatro grupos: gnomos — ondinas — silfos e salamandras. Paracelso assegura que são entidades viventes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Dos ensinamentos de Paracelso, surge o termo ELEMENTO, que é relacionado aos aspectos inferiores, físicos dos quatro princípios primários, enquanto que o termo ELEMENTAL é aplicado às essências invisíveis, à constituição espiritual [que, de fato, anima os quatro elementos]. Minerais, plantas, animais e homens vivem [e experimentam, normalmente, a realidade mais grosseira, meramente física, tangível dos quatro elementos] e das várias combinações destes elementos constroem seus organismos físicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; color: windowtext;">Em suas formas, muitas lembram seres humanos. Seus mundos são distintos do mundo humano, ainda que coexistentes. O homem não percebe a dimensão existencial destes seres porque seus sentidos, sua percepção física é insuficiente ou não adequada à percepção da realidade metafísica </span><span style="font-family: Verdana; color: windowtext;">— </span><span style="font-family: Arial; color: windowtext;">além ou, ainda, outra, que não é a realidade física.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Segundo Paracelso, <em>&#8220;os Elementais não são espíritos porque eles têm carne, sangue e ossos; vivem e se reproduzem; eles falam, agem, dormem, acordam e, conseqüentemente não podem ser chamados, propriamente, espíritos. Estes seres ocupam um lugar entre Homens e Espíritos, são semelhantes a ambos; lembram homens e mulheres em sua organização e forma e lembram espíritos na rapidez de sua locomoção&#8221;</em> [<em>Philosophia Occulta</em>, traduzido por Franz Hartman].</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Comentando ainda sobre a constituição corpórea dos elementais, o ocultista chama essas criaturas de <em>composita</em>, referindo-se à composição, mistura de espírito e matéria. No caso dos Espíritos da Natureza, eles combinam espírito e matéria resultando em um Ser que não é nem  espírito nem matéria. São compostos de uma substância que pode ser chamada <em>matéria espiritual</em> ou <em>éter </em>[o <em>ether </em>dos ocultistas e dos filósofos].</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Paracelso explica, ainda, que enquanto o homem é constituído de diferentes <em>corpos</em> inter-agentes, cada um pertencente a um plano da Natureza, [espírito, alma, mente, corpo] — o Elemental possui apenas um princípio ou corpo, o corpo etérico, feito de éter, no qual ele vive. O éter ou <em>ether</em>, em ocultismo, é uma essência espiritual; nos quatro Elementos, o <em>ether</em> é a essência. Existem muitos <em>ethers</em> assim como há distintas famílias de Espíritos da Natureza dos Elementos.</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Apesar dos elementais viverem em um ambiente <em>extra-físico</em> correspondente ao seu corpo etérico, é possível haver comunicação destes com o mundo físico desde que em condições apropriadas, pois igualmente como ocorre no plano físico, onde alguns podem “pressentir manifestações” dos outros planos, os elementais também podem sentir esses “efeitos” provenientes de outros planos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Contudo, Paracelso explica que os Espíritos da Natureza [metafísicos] não podem ser destruídos por elementos grosseiros [físicos], como o fogo material, a terra, o ar, a água, isto porque sua existência se mantém e se caracteriza por um nível de vibração [velocidade de vibração] superior àquela vibração própria das substâncias <em>terrenas</em> [do mundo físico]. Sendo compostos por somente um elemento [o <em>ether no qual funcionam</em>], eles não têm [ou não são] espírito imortal. Ao morrer, seu Ser simplesmente desintegra-se e retorna ou é reabsorvido no todo do Elemento no qual o Ser havia, originariamente, tomado uma forma individualizada.  Nenhuma consciência individual sobrevive porque não havia ali consciência nem veículo para abrigar uma.</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Sendo feito de uma só substância, o <em>ether</em>, os Elementais não sofrem a <em>fricção</em> [não sofrem de conflito, atrito, dialética...] entre veículos; por isso, em termos práticos, os Elementais sofrem pouco desgaste do corpo ao longo do tempo; suas funções biológicas [de vida, vitais] têm poucas possibilidades de danos a sofrer; por isso, vivem muito, alcançam idades avançadas. Os que vivem menos são aqueles compostos de <em>ether</em> da terra; os mais longevos são os Elementais do Ar.</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">A média de vida destes Seres está situada entre 300 e 1000 [mil] anos. Apesar destas diferenças, Paracelso afirma que os Elementais vivem em condições ambientais semelhantes àquelas experimentadas no mundo físico e estão sujeitos a adoecer. [compartilham o ambiente com o homem ainda que existindo em outro plano existencial]. Em geral, são considerados incapazes de desenvolvimento espiritual mas, muitos deles, parecem ter demonstrado um elevado caráter moral.</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Sobre os <em>ethers</em> nos quais vivem os Espíritos da Natureza, escreve Paracelso: &#8220;Eles habitam os quatros elementos: 1. </span><em>Nymphæ</em><span style="font-weight: normal;"> [Ninfas], na água </span><span style="font-family: Verdana; font-weight: normal;">— </span><span style="font-weight: normal;">2. </span>Silfos<span style="font-weight: normal;">, no ar </span><span style="font-family: Verdana; font-weight: normal;">— </span><span style="font-weight: normal;">3. </span><em>Pygmies</em><span style="font-weight: normal;"> [Anões], da terra </span><span style="font-family: Verdana; font-weight: normal;">— </span><span style="font-weight: normal;">4. </span>Salamandras<span style="font-weight: normal;">, no fogo. São também chamados Ondinas, Silvestres, Gnomos e Vulcanos. Cada espécie somente pode habitar [se mover] no Elemento ao qual pertence e nenhum pode subsistir fora do Elemento apropriado. O Elemento está, para o Elemental, como a atmosfera está para o Homem; como a água para os peixes e nenhum deles sobrevive em elemento pertencente a outra classe. Para o Ser Elemental o Elemento no qual ele vive é transparente, invisível e respirável, como a atmosfera para nós mesmos&#8221; [<em>Philophia Occulta</em>, traduzido por Franz Hartman].</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">É preciso atenção para não confundir os Espíritos da Natureza com as verdadeiras  hordas [ondas] vivas evolvendo nos mundos invisíveis. Enquanto os Elementais são compostos somente de substância <em>etherica</em> [ou, de estrutura  atômica], os anjos, arcanjos e outras entidades superiores e transcendentais possuem organismos compostos, constituídos de uma natureza espiritual e uma cadeia [estrutura] de veículos que expressam o Ser destas entidades, diferente daquele Ser dos Homens, porque não inclui o corpo físico e suas limitações. Além disso, também não podem ser confundidos com os seres do baixo astral ou umbral, que (in)conscientemente, podem modificar suas formas astrais para vampirizar energeticamente, utilizar-se de cascões astrais e outras práticas não muito louváveis. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Finalmente, A Filosofia [ou ciência] dos Espíritos da Natureza é considerada um conhecimento de origem Oriental, mais especificamente Bramânica [e, portanto, indiana ou hinduísta]. Paracelso assegura que seu próprio conhecimento sobre os Elementais veio do Oriente; ele os adquiriu durante suas viagens em busca de conhecimento. Egípcios e Gregos obtiveram suas informações da mesma fonte. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">1.2. Outras definições:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">Os antigos Rosacruzes denominavam as entidades elementais, aquelas que habitavam determinados sub-planos do Astral correspondentes a um dos elementos míticos: Fogo, Água, Ar, Terra.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Na Espiritismo existem doutrinadores que consideram os elementais</span><span style="color: blue; font-weight: normal;"> </span><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">seres <em>não-humanos</em> que habitam o astral e são classificados como <em>Espíritos elementais</em> ou <em>elementos da natureza</em>, divididos, desde a antiguidade, de acordo com os elementos: gnomos, da terra (os hindus os dizem chefiados por Kchiti); ondinas, da água (chefiados do Varuna); silfos, do ar chefiados por Pavana ou Vâyu); e salamandras, do fogo (chefiados por Agni). Outros ainda são citados: fadas, duendes, sátiros, faunos, silvanos, elfos, anões, etc. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">Embora possuam forças psíquicas, estas não se desenvolveram, ainda, como “Espíritos” (Individualidades) e por isso só possuem (como os animais) o raciocínio concreto, não utilizando ainda a palavra como meio de expressão de seus pensamentos. Manifestam-se muito nas sessões de umbanda e quimbanda, e podem obedecer a ordens de criaturas treinadas (boas ou más), para operar o bem ou o mal, que ainda não distinguem. A responsabilidade, pois, recai toda sobre os que emitem as ordens.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext;">1.3. Elementais X Devas:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">Enquanto realizava a pesquisa para este texto, constatei que as fontes divergiam sobre as denominações <em>Elementais</em> e <em>Devas</em>. Na maioria dos casos, estes dois termos são tratados com o mesmo significado, ou seja, definem (a grosso modo) os seres que representam os quatro elementos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">No entanto, existem fontes que consideram os Elementais como tipos (inferiores) de Devas intimamente ligados e integrados à natureza, trabalhando nela sem questionar. Não são bons nem maus, mas podem ser manipulados pelos humanos para finalidades boas ou ruins. Em um certo ponto de evolução, eles se individualizam, e podem ser confundidos com anjos, ou fadas. Em um certo estado de consciência, algumas pessoas podem vê-los. Podem se apresentar como gnomos, duendes, fadas, sereias, sílfides, etc.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">Outras fontes consideram Devas ou Anjos de evolução superiores à do homem e que, por isso, não mais revestirão forma física, só podendo descer até o plano astral. São os mestres ou chefes dos elementos, os “senhores” do karma, os elementos intermediários, no astral, entre as criaturas e os Grandes Seres a quem prestam obediência total. O Novo Testamento enumera-os assim: anjos, arcanjos, tronos, virtudes, dominações, poderes e principados; no Antigo Testamento encontramos duas classes: Querubins e Serafins.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">1.4. Elementais e diversidade cultural:</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;"><span> </span>No tocante à diversidade cultural, é importante ressaltar que os povos adaptaram os elementais às suas peculiaridades tradicionais, surgindo, dessa forma, várias denominações e interpretações sobre estas entidades. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">O folclore de todos os povos e de todos os tempos mencionam esses seres sob diversos nomes: Gnomos, Silfos, Salamandras, Ondinas, Fadas, Gigantes, Ogres, Anjos, Demônios, etc. As peculiaridades culturais das diversas nações humanas produzem modificações na maneira ou no aspecto com que as espécies vivas dos planos sutis se manifestam à imaginação das crianças, dos visionários, ou dos artistas dessas nações. Aquilo que os escandinavos chamam de “troll”, por exemplo, é o mesmo tipo de entidade que os alemães chamam de “ogres”, os franceses de “gigantes”, os árabes de “afrid”, os indígenas brasileiros de “curupira”, e os antigos escravos nas senzalas chamavam de “sacis”; fazem parte daquele tipo de entidade que o moderno candomblé denomina de “exús”.<span> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; color: windowtext;">Povos antigos, como os Gregos, Egípcios, Chineses, Indianos, acreditaram na existência de sátiros, duendes, fadas, demônios. Seus mares eram povoados de sereias; os rios e fontes abrigavam ninfas; fadas no ar; <em><span><a title="Abre verbete WIKIPEDIA em outra janela" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lares" target="_blank"><span style="color: windowtext;">Lares</span></a></span> </em>e <em><span><a title="Abre verbete WIKIPEDIA em outra janela" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Penates" target="_blank"><span style="color: windowtext;">Penates</span></a></span></em> no fogo, <em>faunos, dríades</em> e <em>hamadríades</em> na terra. Os Espíritos da Natureza eram tidos em alta conta e  rituais propiciatórios eram oferecidos a eles. Ocasionalmente, como resultado de condições atmosféricas ou pela sensibilidade especial de um devoto, podiam tornar-se visíveis. Vários estudiosos acham que muitos dos deuses pagãos foram/eram Elementais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">Os gregos davam o nome de <em>dæmon </em>a alguns desses elementais, especialmente de ordens superiores e estes, eram venerados. <span> </span>Daí surgiu o termo ”demônio”, que até hoje é desvirtuado pelas igrejas, para evitar que os seus fiéis, larguem o Seu Deus e “adorem” a um “Deus Pagão”. </span><span style="color: windowtext; font-weight: normal;">Existem ainda, inúmeras denominações folclóricas, que se forem esmiuçadas, deixarão o texto alongado demais.</span><span style="color: windowtext; font-weight: normal;"><span> </span><span> </span><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">1.5. Considerações:</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;">De início o texto pode não ser tão agradável aos leitores, em virtude de possuir referências a outros textos e/ou autores. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Acontece que um texto introdutório como este, inicialmente deve ser baseado em textos de estudiosos, doutrinadores e outros <em>experts</em> sobre o assunto, para que nos textos seguintes não apareçam dúvidas sobre terminologias, definições ou sobre o próprio tema em si. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">Espero finalmente, que apesar do texto um tanto “maçante”, que tenham gostado dessa introdução “incrementada” com algumas opiniões e interpretações pessoais. <span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;">No(s) próximo(s) texto(s) redigirei sobre cada um dos seres elementais, relacionadas aos quatro elementos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;">Até breve, </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight: normal;"> </span></p>
<p><em><span style="font-size: 12pt; font-family: Arial; color: black;">Ominia in Unum</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>À guisa de um prefácio</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 15:09:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sávio 웃</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Astrologia]]></category>

		<category><![CDATA[Textos Próprios]]></category>

		<category><![CDATA[disclaimer]]></category>

		<category><![CDATA[introdução]]></category>

		<category><![CDATA[textos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hallo!
Desde os primórdios de sua História, o ser humano olha para o céu e se sente fascinado por ele, deslumbrado diante da imensidão do universo. Também desde que adquiriu consciência e se tornou capaz de formular pensamentos, ele tenta compreender a si mesmo e o mundo em que vive. Uma das maneiras de buscar essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-12" title="astrologia02" src="http://oiu.comoj.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/astrologia02-208x300.jpg" alt="astrologia02" width="208" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Hallo!</em></p>
<p style="text-align: justify;">Desde os primórdios de sua História, o ser humano olha para o céu e se sente fascinado por ele, deslumbrado diante da imensidão do universo. Também desde que adquiriu consciência e se tornou capaz de formular pensamentos, ele tenta compreender a si mesmo e o mundo em que vive. Uma das maneiras de buscar essa compreensão sempre foi a observação dos astros.</p>
<p style="text-align: justify;">Grandes civilizações da Antiguidade olharam para o céu e o estudaram. Mesopotâmicos, egípcios e gregos, por exemplo, contaram com grandes astrônomos – assim como grandes astrólogos. Também civilizações pré-colombianas, como os maias, estudaram Astronomia e Astrologia.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor definição de Astrologia que já vi foi a do livreto <a href="http://www.amorc.org.br/Imagens_dominio/capa_dominio.jpg" target="_blank">O Domínio da Vida</a>, publicação de apresentação da <a href="http://www.amorc.org.br/" target="_blank">Ordem Rosacruz, AMORC</a> aos não-membros. Dizia que ela não é nem uma ciência (como pretendem alguns astrólogos), nem uma pseudo-ciência (como preferem os cientistas e céticos em geral), mas uma arte. Diferente da Astronomia, que simplesmente estuda os astros, a Astrologia olha para eles e estuda o ser humano, porque aquilo que está em cima é como aquilo que está embaixo e aquilo que está embaixo é como aquilo que está em cima.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo uma arte, a Astrologia não se submete a método científico. Pelo contrário, é por excelência um campo de subjetividade. Sendo uma arte, também não pode ser provada, nem em laboratório nem empiricamente, do mesmo modo que não se poderia provar a Renascença ou o Dadaísmo. Sendo uma arte, sua interpretação é impregnada pelas experiências pessoais de cada um, que são a única coisa capaz de aferir sua validade ou não, ou seja, duas pessoas jamais terão a mesma visão da mesma obra ou mesmo mapa.</p>
<p><span id="more-9"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sendo uma arte, a Astrologia fala por meio de metáforas e figuras de linguagem em geral, repletas de subjetivismo (incompatíveis, portanto, com o discurso científico). Desse modo, quando se fala em planetas e constelações não se deve levar tal discurso ao pé da letra (ou teríamos pessoas nascidas sob o signo de Ofiúco, por exemplo). Aliás, os próprios nomes dos planetas do nosso Sistema Solar é que vêm da associação com deuses romanos, através da Astrologia – e os próprios deuses são também metáforas de características do ser humano, de aspectos de sua personalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">(Em tempo: Astrologia pode até ser chamada <em>ciência</em>, desde que se entenda esse termo simplesmente como sinônimo de <em>conhecimento</em>, ou <em>conjunto de conhecimentos</em>. Não é, sob hipótese alguma, uma ciência ortodoxa).</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, quando se fala que Marte está em Aquário, quer-se dizer que o guerreiro interior de uma pessoa é influenciado por determinadas características, representadas pelo signo de Aquário. Do mesmo modo, quando se fala de Saturno em Touro, isso significa que os obstáculos que alguém impõe a si mesmo são regidos por um outro tipo de características, representadas pelo signo de Touro.</p>
<p style="text-align: justify;">As associações desses aspectos da personalidade humana com os planetas do Sistema Solar foram todas cuidadosamente preparadas, ao longo de séculos e séculos de observação. É aqui que entra a ciência, como subsídio à Astrologia, com o estudo da dinâmica celeste. Através da lei hermética da sincronicidade, o movimento de cada planeta reflete com exatidão as mudanças que ocorrem dentro do ser humano, e sabendo exatamente onde está cada um deles é possível ter uma boa idéia daquilo por que cada pessoa está passando. Apenas uma boa idéia, fique claro, pois que falamos do bicho complicado que é o ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">As associações entre os signos e as constelações do Zodíaco, por outro lado, têm um quê de arbitrariedade. Maior prova disso é um dos argumentos preferidos daqueles que procuram desacreditar a Astrologia, tachando-a de pseudo-ciência: são doze os signos, e treze as constelações do Zodíaco. Do mesmo modo, cada constelação tem um tamanho diferente, ao passo que num mapa astral cada signo corresponde a exatos 30º da circunferência.</p>
<p style="text-align: justify;">As constelações servem de metáfora a energias existentes no próprio planeta Terra. São quatro elementos constituintes do ser humano (Fogo, Água, Ar e Terra, que correspondem, respectivamente, ao espírito, à emoção, à razão e ao corpo físico), vezes três “ritmos” (Cardinal, Fixo e Mutável). Doze os signos, portanto, independente de quantas sejam as constelações do Equador celeste.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais adiante, explicaremos melhor tudo isso. Isto é apenas uma introdução <span style="text-decoration: line-through;">bem chinfrim</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda uma outra coisa a ser esclarecida desde cedo a respeito de Astrologia. Primeiro que a influência exercida por ela não é, de maneira alguma, determinante (e por esse mesmo motivo, Astrologia não se presta à divinação). É apenas uma predisposição, isto é, quer dizer apenas que determinado período será mais ou menos favorável a determinada coisa. É perfeitamente possível encontrar o amor da sua vida num período que seja mais favorável ao isolamento, por exemplo, assim como é possível passar por um grande fracasso profissional num período extremamente favorável ao crescimento na carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">São apenas tendências, que, se de alguma maneira servem a “prever o futuro” é porque os seres humanos são muito pateticamente previsíveis. Apontam-se caminhos, probabilidades, possíveis rotas a serem seguidas, mas nada é definitivo – afinal, só quem manda na sua vida é você. E, convenhamos… a vida seria terrivelmente chata se pudéssemos saber de tudo que acontece. A Astrologia é um trabalho de auto-conhecimento, uma filosofia de vida, antes de ser um processo divinatório. É um meio de alcançar serenidade em meio ao caos da existência cotidiana, através do estudo dos potenciais de cada um. O planejamento (prognóstico) que ela pode oferecer, por exemplo, baseia-se na otimização do uso dos talentos e capacidades latentes do ser humano, não em fatores externos à própria psique.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa é que a influência astrológica não é boa nem má, mas apenas mais ou menos favorável a uma coisa ou outra. O ser humano é que a torna boa ou má. Nesse ponto, não consigo não pensar em meu signo solar, Escorpião, talvez um dos mais injustiçados dos doze. Já vi pessoas ficarem horrorizadas ao descobrir que tinham Vênus em Escorpião, acreditando que isso era mau para seus relacionamentos, e que essa era a razão por que estavam encalhadas. Nada mais absurdo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um bloqueio do elemento Ar, por exemplo, é desfavorável ao pensamento lógico-racional e à comunicação, mas isso não é bom nem mau. Eticamente falando, é simplesmente neutro, e a pessoa com bloqueio do Ar é que o torna bom ou mau para si mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">A Astrologia é apenas um instrumento para conhecer a si próprio. Não é cabível, portanto, a questão da crença: os planetas e estrelas (tenha sempre em mente: <strong>metáforas</strong>!) estão aí, exercendo sua influência, sem se importar se acreditamos neles ou não. Num tom de brincadeira, poderíamos dizer que é como a lei da gravidade: podemos até não acreditar nela, mas ninguém costuma sair voando por aí só por conta disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Prestados esses esclarecimentos, que acredito serem o essencial para este início, gostaria de deixar apenas um <em>disclaimer</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Também sou completamente iniciante em Astrologia, e nunca  a estudei de modo organizado e sistemático. Estarei aprendendo junto com vocês, à medida que faço pesquisas e escrevo cada “lição”. Por isso, peço desde já minhas mais sinceras desculpas por eventuais erros, impropriedades, confusões, contradições, imprecisões e lacunas, bem como por toda espécie de tolices, asneiras e desleixos, além das necedades em geral que eu venha a escrever aqui. <em>Mea culpa, mea maxima culpa</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">De resto, cumpre apenas desejar a todos bom proveito em suas jornadas, e que este estudo ajude no crescimento de cada um. E, claro, linkar dois excelentes textos (<strong>bem</strong> melhores que este aqui, de longe), tanto para quem está começando a mexer com essas coisas – caso deste que vos escreve – quanto para quem já tem alguma experiência nessa área: <a href="http://www.deldebbio.com.br/index.php/2009/03/13/analisando-um-mapa-astral/" target="_blank">Analisando um mapa astral</a> e <a href="http://www.deldebbio.com.br/index.php/2009/03/19/a-astrologia-do-nebulosabar/" target="_blank">A astrologia do Nebulosabar</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">OiU!</p>
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		<title>Primeiras lições a um alquimista</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 13:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Alquimia]]></category>

		<category><![CDATA[Textos Próprios]]></category>

		<category><![CDATA[introdução]]></category>

		<category><![CDATA[textos]]></category>

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		<description><![CDATA[texto de Douglas J. Baquião Ribeiro
&#8220;Ora, lege, lege, relege, labora et invenier&#8221; (Ore, leia, leia, releia, trabalhe e encontrarás).
A palavra alquimia se faz presente em diversas culturas sempre demonstrando semelhanças em seus elementos. Uma das hipóteses mais aceitas a respeito da origem do termo relaciona tanto alkemie do francês antigo,  alkimia do latim medieval quanto al-kimiya do árabe à expressão al Khen, significando “o país negro” - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: right;">texto de Douglas J. Baquião Ribeiro</div>
<p>&#8220;<em>Ora, lege, lege, relege, labora et invenier</em>&#8221; (Ore, leia, leia, releia, trabalhe e encontrarás).</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 201px"><a href="http://oiu.comoj.com/blog/2009/03/primeiras-licoes-a-um-alquimista"><img title="Alquimia" src="http://dahistorianossahistoria.files.wordpress.com/2009/02/copia-de-alquimia31.jpg" alt="Alquimia" width="191" height="190" /></a><p class="wp-caption-text">Alquimia</p></div>
<p>A palavra alquimia se faz presente em diversas culturas sempre demonstrando semelhanças em seus elementos. Uma das hipóteses mais aceitas a respeito da origem do termo relaciona tanto <em>alkemie </em>do francês antigo,  <em>alkimia</em> do latim medieval quanto <em>al-kimiya</em> do árabe à expressão <em>al Khen</em>, significando “o país negro” - como era conhecido o Egito na antiguidade - remetendo a Hermes Trimegisto, que foi chamado de <strong>o primeiro alquimista</strong>. Outros argumentam que <em>kimiya </em>estaria relacionado a transiliteração síria da palavra grega <em>khemeioa </em>ou <em>khumeia</em> , que se relaciona com a arte de fundir metais. Enquanto uma terceira versão da palavra é referenciada como tendo origem no hebraico  <em>kim Yah</em>, sendo traduzida como &#8220;ciência divina&#8221;. A ideia de uma conecção entre as origens do conhecimento alquímico e o judaísmo foi difundida entre os alquimistas árabes durante a idade média, que viram nesta etimologia uma possível confirmação para suas convicções. Dessa forma, era costume atribuir a origem mítica da alquimia aos anjos que se rebelaram contra Deus, ao patriarca Enoch, ao Rei Salomão ou a outro personagem bíblico que transmitiu à humanidade os conhecimentos secretos dos minerais e metais. <span id="more-3"></span>A alquimia é a arte de <strong>trabalhar e aperfeiçoar os corpos com a ajuda da natureza</strong>. O papel do alquimista é se empenhar no desenvolvimento em dois planos simultaneamente, matéria e espírito devem evoluir juntos. Antes de tudo a alquimia é uma arte filosófica, uma maneira diferente de ver o mundo. Sendo uma técnica é, por isso, uma arte prática. Como tal, ela assenta sobre um conjunto de teorias relativas à constituição da matéria, à formação de substâncias inanimadas e vivas, etc.</p>
<p>Tudo que constitui o universo é formado por matéria, mesmo que revestida de energia. Assim como os atomistas, os alquimistas dizem que a matéria é constituída de uma unidade comum a todas as substâncias. Esta é a premissa do principal postulado da alquimia, &#8220;<em>Omnia in unum</em>&#8221; (Tudo em Um).</p>
<p>É pretendido pelos alquimistas alcançar a unidade comum da matéria, podendo arranjá-la de modo que ocorram transmutações. A criação de quaisquer substâncias a partir da matéria primordial sugere a constância das transformações do universo, corroborando a máxima de Lavoisier: &#8220;Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.&#8221;</p>
<p>De acordo com um dos preceitos citados na Tábua da Esmeralda: “<em>É verdadeiro, completo, claro e certo. O que está em baixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está em baixo, para realizar os milagres de uma única coisa</em>”. Os alquimistas tentam reproduzir a criação do universo considerando o caos primordial como sendo semelhante à uma pedra bruta que seria transformada na pedra filosofal, ou seja, o macro seria passível de se repetir no micro.</p>
<p>Não se afirma que esta pedra filosofal seria um objeto, mas um <strong>estado de consciência</strong> atingido pelo par alquimista e pedra. Sendo assim, o chumbo que pretendiam transmutar em ouro, não seria apenas o chumbo material usando técnicas laboratoriais, mas sim o chumbo do ego no ouro da essência através da evolução do ser. Este longo processo de produção da pedra filosofal foi chamado de <strong>A Grande Obra</strong>.</p>
<p>O ouro é considerado o mais perfeito dos metais pois dificilmente se oxida, não perde o brilho e acredita-se que todos os outros metais evoluem naturalmente até ele no interior da terra. Portanto, a transmutação é considerada um processo natural. Os alquimistas somente aceleram este processo, realizando as transmutações em seus laboratórios. A transmutação de qualquer metal em ouro e o elixir da longa vida são na realidade coisas minúsculas diante da compreensão do que somos. Na alquimia busca-se o entendimento da natureza, a sabedoria, os grandes conhecimentos, sendo o estudante de alquimia um andarilho a percorrer as estradas da vida.</p>
<p>O alquimista possui a capacidade de penetrar a substância e modificar a freqüência da energia. O resultado prático da alquimia interior é que ela ensina a transformar energia destrutiva em construtiva, portanto ela se constitui em um dos elementos que trabalha para melhorar os homens e o planeta. O uso dos instrumentos da palavra falada, da visualização e outros, transforma o ódio em amor, a sexualidade em sensibilidade, o medo em criatividade e alegria. Pois a energia é elevada a um padrão de vibração superior e vai atingindo vibrações cada vez mais elevadas, até o ponto da transmutação.</p>
<p>O verdadeiro alquimista é um iluminado, um sábio que compreende a simplicidade do nada absoluto. É capaz de realizar coisas que a ciência e tecnologias atuais jamais conseguirão, pois a Alquimia está pautada na energia espiritual e não somente no materialismo e a ciência a muito tempo perdeu este caminho.</p>
<p>A Alquimia é uma Arte que se utiliza de grande número de símbolos, e por isso mesmo muitas vezes há referências a ela com o nome de <em>Ars Symbollica</em>. Um dos grandes símbolo da Alquimia é a borboleta, sendo um caractere da metamorfose. Outro dos símbolos que mais aparecem nos trabalhos de Alquimia é a figura do hermafrodita, ou andrógino, lembrando a dualidade universal presente em toda matéria.</p>
<p>A alquimia é de difícil compreensão porque seus ensinamentos referem-se, ao mesmo tempo, às operações de laboratório e ao caminho de uma evolução psíquica e espiritual. Portanto os ensinamentos devem ser interpretados em todos os aspectos. A observação mais acurada da natureza de todos os seus fenômenos e manifestações deve fazer parte do dia-a-dia do estudante, ou seja, ele deve sempre estar atento as transformações, aos ciclos astrológicos (do sol, da lua, dos planetas) e terrestres ( da água e dos nutrientes) e aos pequenos detalhes (dos animais, vegetais e minerais), pois todo o conhecimento alquímico, inclusive sua linguagem, provém destas observações e sabendo interpretá-las fica mais fácil compreender a alquimia.</p>
<p>Encontrar a pedra filosofal significa descobrir o segredo da existência, um estado de perfeita harmonia física, mental e espiritual, a felicidade perfeita, descobrir os processos da natureza, da vida, e com isso recuperar a pureza primordial do homem, que tanto se degradou na Terra. Portanto, a Grande Obra eleva o ser à mais alta perfeição: purifica o corpo, ilumina o espírito, desenvolve a inteligência a um ponto extraordinário e repara o temperamento.</p>
<p>Podemos levar anos até começar a perceber que nada sabemos, vamos então começar imediatamente pois o prêmio para os que conseguirem é o mais alto de todos.</p>
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		<title>Welcome!</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 20:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Poizé. Pelo que deu pra perceber, este é o blog OiU. como não tenho idéias do que escrever aqui, me despeço.
E boa sorte a todos
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poizé. Pelo que deu pra perceber, este é o blog OiU. como não tenho idéias do que escrever aqui, me despeço.</p>
<p>E boa sorte a todos</p>
]]></content:encoded>
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